quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"..."

Name

Disse uma vez que escreveria algo sobre você.
Lembro-me em partes com flash's,cenas desconfiguradas.. não acabadas, momento que passou rápido demais, mas que ainda sim posso lembrar da luz piscando e tentando ler, ainda que fosse difícil, letras de forma inacabadas em minha mão.
O preto já dominava-me e eu ali, não poderia sentir.
O que sentira era o abraço que completa, abraço forte, de herói.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Uma breve alegria

O coração bate aceleradamente. Já havia sentido antes, o que acontecera, mas deixara de lado. Apenas uma pontada que com um suspiro sumiu. A sensação de estranheza ainda me pertence, em partes.
às vezes penso que pensar demasiadamente nem sempre é bom. Mas se não pensar em demasia, trará o arrependimento para seu redor.
Já está passando..Já está passando..

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Datas

Não é algo que deveria ser de suma importância. É claro, que remete-nos ao que houve de fato, porém são somente datas. Datas que se por acaso você pensar na hipótese do "se", você estaria feliz. Pensei que fosse ser diferente. Talvez tenha sido porque pensamentos profundos hoje não fizeram parte de mim, exceto agora.
Lágrimas já não são tão frequentes como antes..
A falta ainda está presente, não há como negar. Não há como fingir algo e esconder o que sente, por mais que ainda sim haja uma parcela de inexpressividade. 
Talvez nem pense o que penso agora. Mas ainda tenho pensamentos de cuidados.
Talvez nem lembre mais de mim...

Citação de minha parte

Fácil é acreditar que as ruínas não nos assustam. Difícil é aceitar que o medo é parte de nossa essência. É quando, então, percebemos que o arrependimento e a resignação do ser, é momentânea. Mas na verdade, o verdadeiro vencedor é aquele que não deixa de lado sua família e seus princípios.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Fato

O fato é que não há nada melhor..

NEM SEMPRE SOU IGUAL

Nem sempre sou igual no que digo e escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
A cor das flores não é a mesma ao sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite
E as flores são cor da sombra.

Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores.
Por isso quando pareço não concordar comigo,

Reparem bem para mim:
Se estava virado para a direita,
Voltei-me agora para a esquerda,
Mas sou sempre eu, assente sobre os mesmos pés -
O mesmo sempre, graças ao céu e à terra
E aos meus olhos e ouvidos atentos
E à minha clara simplicidade de alma ...


Alberto Caeiro

Casualidade

São em pequenas coisas em que você encontra partes da essência da vida.
Num olhar. No olhar.
Num sorriso. No sorriso.
No tocar.
Na felicidade estampada no rosto com apenas a presença e mais nada.
Apenas o fato de estar perto. Apenas o fato de "estar".
Não é preciso de muito para que possamos conquistar aos poucos a felicidade. Por mais que esta seja difícil, pelo menos por hora.
Vejo o que muitos não notam.
Tudo ainda é muito subjetivo. Afinal, tem de ser assim.
O fato é que quando a falta chega, a vontade de estar perto aumenta.
Ainda não há certezas. Apenas coincidências.
Por um momento a sensação de ser fotografada está presente, mas logo acaba.
Companhia que se esvai num passo vagaroso; esperando até o último minuto.
E por fim, um lindo sorriso.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Partindo de visões diferentes

É incrível como você acaba perdendo as coisas de que você mais gosta na vida, por conta de decisões que não são suas.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O Nada além do nada

Alegria que domina.
Basicamente a euforia
Criando e recriando
Dimensões.


Efmeridade  apresenta-se
Fortemente e cautelosamente em 
Grande sentimento.
Hipóteses,
Ilusões, talvez..


Jamais se esquecerá:
Kant dizia: O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.
Lamentável.
Mas,
Não significa que é a verdade.


que ainda resta
Para nós, e 
Quanto tempo há?
Realmente pouco.


São muitos.
Tolos que só fazem tolices.
Um dia a alegria acaba,
Vai-se tudo embora e, no
Xadrez, é cheque mate!
Zzzzz...

sábado, 18 de setembro de 2010

Sina

Não sei o que há. Não consigo explicar e  não obtenho respostas. E o que respondo é o nada.
Mas é fato o que estará por vir.
Não conseguir conter-se e, não conseguir disfarçar, por mais experiente que seja, é uma falha.
E mais uma vez tudo se volta para a mesma idéia. Por mais que hajam pensamentos distintos, ainda sim estão interligados.
Não é apenas uma estranheza, é a presença extrema e o modo como ela atua.
O melhor então seria se o tempo parasse.
Tudo estava caminhando e de uma maneira ou de outra eu estava certa.
Alguém pergunta algo  e não consigo dizer nada, pois pela segunda vez, não tive reação, ou, melhor dizendo, minha reação é de fato, a inexpressividade.
Durante um certo período o tempo para e você não ouve mais o que as pessoas estão dizendo. O que ouve-se é apenas um sussurro. O que passa diante de seus olhos são como filmes que não são totalmente compreensíveis, e nem precisam. Falam por si só.
Vejo e temo pelo que acontecerá e, mesmo assim acreditei que poderia mudar algo.
Duas "personalidades" que fizeram parte do que hoje já não existe mais, em partes estão ligadas.
É como uma marca e ao mesmo tempo uma estranheza inexplicável.
Não sei o por que da escrita (ou talvez saiba).
Schopenhauer estava correto quando dizia que o mundo é uma representação e que o  homem não conhece as coisas como elas realmente são, apenas as conhecem por seu modo de interpretação. Para uns isto não haverá significado algum.. e talvez não haja mesmo.
Mas para mim, a questão é outra.
Escrever para mim é uma sina.

Inspiração

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ser ou não ser, eis a questão!

 Ética. Um dos fatores contraditórios do ser humano.
Faz parte do racionalismo exagerado  e está cada vez mais presente na vida do sujeito moderno. Há momentos em que a ética está acima da moral e muitos acabam deixando de fazer o que querem, o que sente vontade, por conta dos outros. Como Jean-Paul Sartré diria: " O inferno são os outros", e afinal, ser ético até que ponto?

A música é a pausa do silêncio

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Do latim: sui e caederes

"Hoje eu acordei com vontade de morrer"- era o que dizia ele quando não queria estar onde estava. Não por ser fraco ao ponto de cometer um suicídio. Mas porque o suicídio depende das leis sociais e não da vontade dos sujeitos. Pessoas acabam fazendo com que outrém haja de tal forma.
Ele não gostava mais de nada. Nada mais o fazia sentir vontade de estar ali.
Não via efeito em ir ao psicólogo. Para ele era mais um blá-blá-blá, um monólogo afirmativo, sem muito entendimento.
" Pelo menos uma dez mil pessoas já pensaram em suicídio."
" Sim." - disse a psicóloga.
" Não entendo o por que, quando pensamos em suicídio as pessoas se acham que possuem o direito de dizer que você está errado por pensar assim."
" As pessoas que estão com depressão pensam no que pensa."
" Não concordo."
" e por que não?"
 "Não tenho depressão e penso."
" Você acha que você não tem. Muitas pessoas que estão também dizem a mesma coisa." não quero mais ficar aqui, com você." - disse ele levantando da cadeira.
" E por que não quer?"
" Por que você faz tantas perguntas?"

Ele saiu sem se despedir.
Andava pela rua com toda a raiva  que poderia ter das pessoas que estavam passando por ali.
" O que não me conformo é que uma pessoa não pode matar outra e nem acabar com tudo." - falou em voz alta.

Decidiu então voltar para sua consulta que ainda não havia acabado. Tocou a campainha e permanecia um pouco envergonhado ao dizer tudo à uma dama. A revolta era dentro de si e descontar nos outros era o que mais lhe incomodava e acabou fazendo sem perceber. Foi um erro, ele estava ciente disso.
" Desculpas por ter saído daquele jeito ".
" Eu sabia que iria voltar" - disse ela com uma calmaria sem tamanho.
"Olhe, vou lhe mostra umas coisas" - disse ela pegando uma caixa preta que estava na parte de dentro da estante em seu  consultório.
Pegou a caixa e lentamente caminhou até onde ele estava.
" Abra-a." - disse ela.
Ele fez o que ela havia lhe pedido. Dentro haviam muitos bilhetes;foi tirando de dentro um por um e colocando sobre a mesa. Como pôde notar eram xerox de  bilhetes de pessoas que cometeram suicídio. Ficou surpreendido com o fato de terem tantos bilhetes dentro da caixa.
" Escolha um."
Ele escolheu o que mais lhe chamara a atenção.
O bilhete era de um garoto de quinze anos que deixara  para o pai:
" Pai. Eu não quero ser mais uma ovelha desse sistema."
O garoto ficou ali, sentado durante minutos lendo e relendo a frase. Por acaso possuíam a mesma idade.
" Agora pode ir. A consulta já terminou."

Olhou no relógio e percebeu que havia demorado muito tempo para decidir voltar ao consultório. Pegou sua mochila e saiu sem se despedir, novamente. Foi para casa caminhando.
Perto de chegar em casa, decidiu comprar tinta azul. Ao chegar em casa sentou-se no sofá e ficou novamente pensando naquela frase do garoto que tinha escrito para o pai. Depois de alguns minutos, tirou a mochila das costas e largou-a no sofá. Pegou a  lata de tinta  e revirou o quarto de bagunças para ver se encontrava um de seus pincéis de quando fazia aula de pintura. Depois de revirar o quarto de ponta a ponta, achou o pincel dentro de uma sacola com mais tintas que estavam dentro de uma outra caixa, dentro de seu baú.
Subiu as escadas até seu quarto. Afastou a cama da parede. forrou o chão com jornal e colocou ali sua lata de tinta aberta e escreveu com o pincel:
" O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos. - Vicent Van Gogh"

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O que se sabe, o que se pensa e o que se quer

Tudo o que ele queria era dormir.
Estava cansado demais para estar ali, com aquelas pessoas que o irritavam tanto.
A sensação de incômodo, impaciência iam te dominando cada vez mais; a vontade de estar longe dali, longe de tudo; a vontade de não estar era tudo o que pensara naquele momento.
Sua cabeça doía muito.
Fechara os olhos e apenas ouvira todas aquela pessoas conversando sobre assuntos fúteis,e a falsidade entre aquelas malditas pessoas, era algo  que realmente o incomodava.
Oxigênio faltara naquele segundo. Um zumbido de longe atingira seu ouvido. Seu corpo estava suando, sua pele estava pálida. Seus lábios, quase que brancos.
Não havia mais sangue ali.
Não havia mais nada ali.
Suas costas tocou a cerâmica gelada; era somente o que ele podia sentir.
As cordas vocais travaram e nenhum sonido saiu de sua boca.
Era estranho, mas ao mesmo tempo era bom. Por fim sentira uma sensação de leveza. Estava em uma sala, onde havia um sofá branco, confortável por sinal. Tudo o que ele queria era estar ali. Ele, o sofá e um copo de café.
Nada era tão bom quão aquela calmaria. Tudo no seu devido lugar.
Estar onde realmente querer estar.
Ficara ali por uns minutos, mas algo de estranho estava ocorrendo. Seu corpo não era o mesmo. Uma sensação de sangue voltando a circular passara por suas veias. Seu olho estava difícil de abrir. A vontade era grande, porém não estava totalmente recuperado.
Acordara com muitas pessoas à sua volta, olhando-o tão de perto que poderia ele ouvir a respiração das pessoas que estavam presentes no local.
Seu semblante era estranho, de espanto, mas ao mesmo tempo de tentar entender o que acabara de acontecer com ele. Estivera em um local e agora permanecia em outro.
Como pode ele tomar uma xícara de café, deitar em um sofá confortável e não saber mais nada. Tinha a certeza de que estava no local do sofá. Seu corpo pudera sentir  a maciez do estofado, mas soubera que seu corpo permanecera no mesmo local do desmaio.
O corpo fala, o corpo sente, o corpo sabe; e o real já não é mais tão real.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Quando se pensa em algo do tipo

Quando a ansiedade te domina e sempre fica olhando o relógio, parece que o tempo pára. Você dorme cinco minutos e parece que foram cinco horas.
Ela acorda, toma café e liga o computador.
Fica horas e horas pensando na vida e ouvindo música.
Cada canção que ela ouve a faz lembrar do que um dia passara por sua vida.
Ao ouvir uma em especial, percebera que o ambiente estaria mudando. Fechara os olhos e quando abrira estava ela no passado. Pôde então reviver aquela mesma cena.
Era fantástico..porém ela tentara mudar, mas seu corpo travara e a controlava para fazer o que acontecera..
Ela não poderia mudar o passado. Ninguém pode.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

petit ours

Un ours et un oiseau libre qui suit le même chemin, mais d'une manière différente. Je suis toujours avec la même affection, et peu importe quelle est la situation.

J'adore

Achada por acaso

Melhor pra mim - Myllena

Eu achei que não ia mais mudar
Que ia ser tua vida em meu lugar
Quando vi eu não via só você
E nem sei se isso importa ou se é clichê
Porque agora não faço questão
Da tua voz, olhos, boca e gratidão
O que eu quero é o melhor pra mim
E o melhor é isso
Fim
Me amo muito pra querer voltar pra alguém
Que só me fez chorar
Me amo muito pra poder gostar de alguém
Que só quer me ferir
Só que eu não corro mais o risco de
Te ter de novo aqui
Eu quero o melhor pra mim
Eu achei que não ia mais mudar
Que ia ser tua vida em meu lugar
Quando vi eu não via só você
E nem sei se isso importa ou se é clichê
Porque agora não faço questão
Da tua voz, olhos, boca e gratidão
O que eu quero é o melhor pra mim
E o melhor é isso
Fim
Me amo muito pra querer voltar pra alguém
Que só me fez chorar
Me amo muito pra poder gostar de alguém
Que só quer me ferir
Só que eu não corro mais o risco de
Te ter de novo aqui
Eu quero o melhor pra mim
Porque agora não faço questão
Da tua voz, olhos, boca e gratidão
O que eu quero é o melhor pra mim
E o melhor é isso
Fim

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A inocência do não pensar

"Apenas um instante e tudo muda. Talvez parar de pensar em tudo à volta faça alguma diferença. Talvez deva parar de pensar demais. O costume ainda não está presente. Mas estará por vir. "

quinta-feira, 2 de setembro de 2010