quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

De quando em vez

Tudo desaparece.
Nada volta como deveria ser.
De quando em vez, pego-me em sonhos que não parecem sonhos.
Sonhos descompassados.
Sonhos que vem e vão sem deixar resquícios de outrem.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Olhos de Édipo

Olhos de sangue que gritam o silencio que arde nos raios da inconstância.
Olhos que desaparecem. E transbordam. E transformam. E transtornam.
Olhos de Édipo.