quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A semântica da androclave

Num trago a cidade dorme
Horas  em cores suntuosas
Denotam o estrelato por acaso
Olhares que se perdem na multidão
Dessas luzes vejo corpos automáticos de almas inertes
Sinto o cheiro de verso incompleto
Do branco no preto que borra o vermelho e o faz sumir