quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Quarta sopa

De, para
Preto em forma exclama mensagem na mesa
O não estar se torna presente

A cumbuca vazia
Cheia de vento
Relembrada as nove
Transborda saudade

Por quê tão longe?

Sombra que se esconde entre os montes
Navega em guarda-chuva
Que não guarda a chuva
Nem para a água

A maré leva
Pensamentos  que sobrevoam
No seu  mar de sorriso a toa
Da lembrança  que chega em hora boa
Do nome falado
Olho marejado
Coração apertado que deseja risada
& Passos firmes na entrada

Chuva de verão
Um chá e uma canção
Amor, pele, íris
Pra amanhecer  em Arco-íris