sábado, 30 de setembro de 2017

Nuance azul em corda bamba

Depois de tanto tempo, pensar em escrever me parece um pouco fora do normal. O tempo tem adormecido um pouco a arte em mim. As vezes parece ser um sonho intocável, mas outrora me parece tão palpável. É como se eu já tivesse sentido isso antes. Como se já estivesse escrito, selado por uma força maior.
Voce apareceu tão densamente lindo, pude enxergar a beleza de sua alma no primeiro momento em que os seus olhos sorriram.
Que graça, que encantamento.
Fechos os olhos e o que posso ver são sorrisos de alma que se encontraram em meio ao abismo. Flores e girassóis andam de mãos dadas por aí. A natureza é perfeita.
Caminho e quando olho, lá está voce, beijando a árvore. Mas que ternura pensar em amor, em natureza.
Sem Emirs, sem sapatos, seu pé apenas toca a grama, que é tão verde quanto as vezes os seus olhos são. Uma mistura única de cinza azulado-esverdeado.
Reivene-se, faça o melhor que puder. Dance. Dance com as estrelas adormecidas num céu que escurece cedo.
O tempo está mudando, está ficando frio novamente.
O frio também é bonito.
Fácil é ficar feliz no verão, quando sol te convida a passear...
Difícil é ser monge na cidade.