Saturday, April 23, 2016

Limbo en el astral

Submerjéndome en las aguas 
Encuentro mi otro Yo
Consciencia pausada de flores mojadas 
Que atravesan mi pecho que sangra mercurio 

Soy la despedida
Águila caída 
Burbuja del frenesí que sube y explota soledad

Oigo el cantar de los pájaros  amarillos 
Como mi  linda  y vieja jueves
En el recuerdo del carnaval contundido 

Disparo los ojos en furia 
Como la noche abraza el sol 
Que lindura 

Thursday, March 17, 2016

Paralelo arco íris

Semanas sem dormir
Minha mente não para 
Lágrimas em ouvir a voz rara
Alma sentinela
Almeja vida em aquarela 
Entendo a sensação de não dormir
Seu corpo finge estar se concentrando
Mas não para de agir
Luz, cento, chuva e pensamento conectando 
Como tinta em risco &  misturada
Quereria eu não passar a noite acordada

O tempo é uma brecha
Entre janela e cílios que abre e fecha 
Tempo que se faz em dias iguais
Sem músicas atuais 

Já nem sei que tamanho é a saudade
Mas o querer é incessante 
Agonia pura e constante 
De com você devorar o mundo em sã idade

Wednesday, February 17, 2016

Coração na Madeira

Respiro sem respirar
Um respiro úmido e insatisfeito 
Numa banheira quente
Minhas costelas flutuam e meu pensamento vai até você 
Meu coração sai do corpo
Anexo saudade
Grafado em negrito
Mergulho e ainda ouço o jazz de fundo.
Um mergulho de consciência de não pensar em nada além da sensação de afundar-se em água quente.

Wednesday, February 10, 2016

Blasé

Tudo em silêncio
Meu pensamento está guardado em uma caixa cinza
A solidão me veste de meia noite
O sol bate na janela fria
Que irradia em frestas frescas do rei amarelo
Menos quanto?
Menos muitos
A fumaça sai e o corpo treme
Te imagino em abraços quentes
Me lembro do calor 
Das bochechas vermelhas
Da pele brilhante 
Do seu cheiro entorpecendo meus sonhos
De olhos fechados a Plenitude
Um amor Aqua e vela
Um querer mil esperas
Um sonho assustado
Chorava sentinela
Me descpeço em poesia fria 
Quereria eu ver-te
Utopia