Thursday, December 3, 2009

Nosso Maluco beleza




Enquanto você
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual...
Eu do meu lado
Aprendendo a ser louco
Maluco total
Na loucura real...
Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez...
Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza...
E esse caminho
Que eu mesmo escolhi
É tão fácil seguir
Por não ter onde ir...
Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez
Eeeeeeeeuu!...
Controlando
A minha maluquez
Misturada
Com minha lucidez
Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza
Eu vou ficar
Ficar com toda certeza
Maluco, maluco beleza...


Wednesday, December 2, 2009

Um poema de Sílvio Valentin Liorbano

De seu livro: Blefe, vamos fingir um país?


Mediocridade

O homem de concreto
Exibe nas mãos sua história
Fala de privações e sonhos
Que poderiam ser se foram.

O homem de aço
Conta sua saga por meio de pontes
Segue construindo caminhos
Numa ida sem fim.

O homem de água
Partilha seus medos
Com os seres do mar
E sua coragem
Com os seres da terra.

O homem do ar
Desafia a gravidade
E por algum tempo
Consegue ser livre.

O homem público
Não tem história
Nem medos
Nem sonhos
Nem liberdade.

O homem público é medíocre!

Le fabuleux destin d'amélie Poulain


Tuesday, December 1, 2009

Oito ou oitenta

Desejo.
Desejo de ver tudo concluído.
Medo.
Medo de não dar certo.
Altos e baixos.
Ansiedade.
Ansiedade!
Concentração.
Conclusão.


Felicidade! Não há outra palavra por hora.
Um sonho, uma esperança
Uma Arte!
Uma escolha a fazer
Um caminho a seguir
Uma paixão
Um amor!
Uma vida!


TEATRO.